O machista feminista

Tempos atrás participei de um encontro literário na Casa Mário de Andrade, em São Paulo, onde, ao longo de uma semana, debati com outros autores as perspectivas da literatura brasileira neste novo milênio. Foi lá que, entre outros, conheci pessoalmente Elisa Andrade Buzzo, Luis Eduardo Matta, Miguel Sanches Neto, André …

Amor e tempo

Um dos trechos do livro de Carl Sagan que mais me impressionaram, e de que jamais me esqueci, foi a dedicatória à sua esposa: “Para Ann Druyan — Diante da vastidão do espaço e da imensidade do tempo, é uma alegria compartilhar um planeta e uma época com Annie”.

O Livro de Urântia: notas sobre uma possível revelação divina

Jorge Luis Borges descreve assim a descoberta do primeiro volume da enciclopédia sobre o planeta Tlön: “Numa noite do Islã, que se chama a Noite das Noites, abrem-se de par em par as secretas portas do céu e é mais doce a água nos cântaros; se essas portas se abrissem, eu não sentiria o que senti naquela tarde.” Foi exatamente assim que me senti ao ter O Livro de Urântia nas mãos pela primeira vez…

Libertários, estatistas, Friends, Jivago e Islã

Considero o Estado um tipo de gesso sobre o esqueleto fraturado da sociedade. Por quê? Ora, o que torna as relações viáveis numa sociedade é a confiança mútua entre os humanos. Presentemente ainda há ruptura, não há nexo pleno entre os indivíduos, somos quase todos, em graus diversos, estranhos um ao outro – muitas vezes dentro da própria família – daí a desconfiança geral.

Simenon

Georges Simenon escreveu, ao todo, “75 romances e 28 contos com seu mais célebre personagem (Maigret), além de 120 romances psicológicos, 200 romances populares, alguns livros de memórias e inúmeros artigos jornal”.(!!!)

Back to Top