Posts Tagged ‘ Humor ’

A sábia ingenuidade do doutor Pinto Grande

A sábia ingenuidade do doutor Pinto Grande

— Seu Roberto, antes de as pessoas perderem o bom senso, elas perdem o senso de humor. É sempre assim. Nós vivemos uma época complicada, revolucionária, com gente tentando negar, não de forma positiva nossa animalidade intrínseca, mas negar a própria natureza humana. Um dia, nosso corpo morrerá e não sobrará senão nossa humanidade....
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Teologia da maconha (um conto BASEADO em fatos reais)

Teologia da maconha (um conto BASEADO em fatos reais)

— A gente devia ir agora no Facebook e confessar pra todo mundo que somos dois coxinhas ex-malucos que voltaram a cair na tentação da maconha, que agora até corremos o risco de apanhar do Capitão Nascimento, de saco plástico na cabeça e tudo: “São vocês, da direita religiosa doidona, que financiam essa merda!”.
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Outro “causo” do Bruno Tolentino

Às vezes me vêm à lembrança algumas conversas marcantes que tive com o poeta Bruno Tolentino. Ele tinha o costume de pilheriar no tom mais sério e, caso o interlocutor não percebesse o humor clandestino, seguia em frente, como se nada tivesse acontecido. Sempre com a ironia mais fina, inglesa. E era assim com...
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Tá maluca?

A mulher fritava os bifes enquanto o marido folheava uma revista: — Roberto, você não acha que a gente já pode pintar a casa no mês que vem? — Pintar a casa? Tá maluca? A gente não vai pintar casa nenhuma. — Ué, e por que não? A gente já tem dinheiro. — Você...
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Precisa-se de empregada feia. Bem feia.

Precisa-se de empregada feia. Bem feia.

Em 2000, na Casa do Sol, ficamos alguns meses em apuros ou, como dizíamos, no mato com oitenta cachorros mas sem nenhuma empregada doméstica. Não me lembro exatamente por que Hilda Hilst havia demitido a anterior, mas, salvo engano, creio que tinha algo a ver com a qualidade do café feito por ela. Qual...
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Nosso homem em Curitiba

Nosso homem em Curitiba

O agente G. Greene segue o grupo até um bar de Curitiba e senta-se numa mesa próxima. Percebendo que a reunião poderá ocorrer ali mesmo, entra em contato com Langley, a sede da CIA, mediante um excelente software utilizado por todos os espiões do mundo: o WhatsApp. — Controle, segui Dugin até um bar...
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O náufrago e a náufraga

O náufrago e a náufraga

Cansado dos constantes atritos com a esposa, Júlio decidiu convidá-la a fazer um cruzeiro pelas ilhas do Pacífico: uma viagem daquele tipo, acreditava, poderia devolvê-los a um estado pós-Lua de Mel. Marilda ouviu a proposta, meditou por alguns momentos e a aceitou: talvez ele tivesse razão e novos ares iriam restaurar um relacionamento já...
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As Musas Olavettes

As Musas Olavettes

No Facebook, foi lançada este ano uma página chamada Musas Olavettes. Sim, há mulheres lindas ali. (Já imaginou? Mulheres lindas, inteligentes e imunes a idiotas úteis? Pois é.) Até possuo um caminhão para semelhantes areias, mas ele está sem óleo diesel e eu moro longe, o que me torna, em comparação com outros homens, praticamente...
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O amigo do escritor

O amigo do escritor

  "E aí? Leu o livro que lhe dediquei?" "Ué, você me dedicou um livro?" "Puts, quantas vezes terei de repetir que dediquei? Umas mil, setecentas e vinte e três vezes? Caralho, e olha que já faz dois anos que o publiquei!" "Cadê o livro?" "Na loja, claro. No site. Você nem comprou, né."...
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Um papo estranho

Um papo estranho

  "Meus velhos amigos estão no Facebook, mas nunca conversam comigo." "Os meus tampouco, na verdade, nem respondem minhas mensagens diretas." "Os meus respondem no máximo com um ‘sim’, um ‘não’ ou um ‘talvez’." "Por que será?" "Ah, deve ser por causa de política ou de religião. Com o tempo as pessoas vão notando...
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O Autor

Yuri Vieira é escritor e cineasta. Saiba mais.

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